sábado, 3 de agosto de 2013



O desafio nosso de cada dia.

O professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) além de desempenhar, na Sala de Recursos Multifuncionais, o atendimento pedagógico com o aluno publico alvo da Educação Especial, torna-se também responsável por outras atribuições desempenhadas no contexto da instituição escolar são algumas delas: orientação familiar, orientação aos professores de sala de aula regular como forma de estar pensando em estratégias e elaborando atividades para os alunos com deficiência, promover momentos de sensibilizações junto à comunidade escolar, realizar formação junto à equipe pedagógica da escola, de forma a levarem a uma reflexão sobre o papel de cada um no processo de inclusão dos alunos com deficiência, construção de materiais, além de outras designações.
O estudo de caso é de suma importância para a elaboração do nosso plano de Atendimento Educacional Especializado (AEE), configurando-se um norteador de nossas ações futuras. Nele estão contidas informações essenciais colhidas através de observações do aluno em sala de aula e demais espaços da escola, conversas com a família e/ou responsáveis e profissionais que acompanham o aluno, entrevista com os professores e a nossa própria avaliação inicial na Sala de Recursos Multifuncionais. A construção do estudo de caso nos fornece uma maior segurança para a elaboração do plano de AEE, o qual virá em seguida, pois através dessas informações podemos compreender com maior clareza esse aluno.
O plano de AEE uma vez elaborado reflete as estratégias, recursos e instrumentos que acreditamos poderem ser desenvolvidos junto a esse aluno com vistas a contribuir para o avanço na sua aprendizagem, por ser individual, para cada discente serão propostas estratégias nos aspectos em que o aluno apresenta uma maior necessidade. Todavia torna-se essencial a avaliação e reavaliação do plano no decorrer do desenvolvimento de suas ações, o dialogo constante com os pais e professores é um importante indicativo para sabermos se há boas repercussões no processo de aprendizagem desse aluno.
Nesse sentido sabemos que o bom êxito de um plano de AEE não depende única e exclusivamente do professor da SRM, ele é resultado de todo um envolvimento da comunidade escolar, pais, alunos, professores e funcionários, quando estes acreditam e têm como prioridade os alunos.

Luzia Mirnia Vieira Fernandes

domingo, 26 de maio de 2013

(http://www.bancodeescola.com/palestra.htm.)
 
O artigo, apresentado na 6ª jornada de Educação Especial, na Faculdade de Filosofia e Ciência – UNESP, em Maríia, SP, aborda alguns desafios, impasses e dificuldades enfrentados por todos aqueles que estão envolvidos com a temática da Educação Inclusiva. De acordo com a autora, as políticas públicas voltadas para a pessoa com deficiência, estão engajadas segundo o tripé: educação, saúde e assistência social, porém o que se percebe é a concepção desse sujeito como um ser incompleto, fragmentado, uma vez que as ações, nesses três setores se constituem em práticas isoladas. Ao final do trabalho, a autora, deficiente visual, relata uma experiência em uma sala de aula regular, enfatizando a sua apreciação ao discutir sobre o sistema Braille de escrita com os alunos.

De SÁ, Elizabet Dias. Educação Inclusiva no Brasil: Sonho ou Realidade? Disponível em: http://www.bancodeescola.com/palestra.htm. Acesso em 10/05/2013




Educação à distância: as duas faces de uma mesma moeda.
Luzia Mirnia Vieira Fernandes / Natal-RN 29/04/2013

Com a nossa vida tão corrida, em que temos que dar conta de nossas obrigações profissionais e pessoais, fazer um curso a distância tornou-se uma opção mais viável, tendo em vista a facilidade, pois, através de um computador conectado a internet você tem a possibilidade e o acesso a uma variada gama de informações.
A liberdade para organizarmos o nosso tempo mediante a nossa rotina, tantas vezes tão atribulada, juntamente com a possibilidade de acesso aos conteúdos a qualquer horário e em qualquer ambiente, tornam a vida do aluno mais cômoda, já que nem todos tem a disponibilidade de tempo para frequentar um curso presencial.
Por outro lado, uma das maiores dificuldades de se fazer um curso a distância é a ausência de um contato mais próximo entre professor e aluno, essa falta de interação entre docente e aprendiz, aliada a dificuldade no manuseio das novas ferramentas tecnológicas, talvez sejam motivos para o grande índice de evasão de estudantes nos cursos na modalidade à distância.
Não é por acaso que muitas pessoas resistem em realizar um curso nesse tipo de modalidade, pois ainda estão costumadas a rotina de sala de aula e, portanto muitas não conseguem ver aprendizagem fora desse espaço, todavia em meio às leituras e discussões podemos perceber que todos caminham em conjunto, todos estão interligados por um mesmo fio condutor, o da busca por conhecimento, o das trocas de experiências.
Fazer um curso a distancia proporciona a compreensão de que os objetivos são os mesmo que de um curso presencial, no entanto é necessário assumirmos com responsabilidade os nossos compromissos, com relação aos estudos, as leituras e as discussões, a motivação, esta sim tem de ser uma constante, assim como a disciplina e a perseverança.

Referências:

MORAN, José Emanuel. O que é um bom curso a distância? Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/bom curso.html Acesso em 26/04/2013.
MORAN, José Emanuel. Contribuições de uma Pedagogia da Educação on-line,
Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/contrib.html Acesso em 26/04/2013.


Ilusões do Amanhã



Por que eu vivo procurando

Um motivo pra viver

Se a vida, às vezes, parece de mim esquecer?

Procura em todas, mas todas não são você

Eu quero apenas viver

Se não for pra mim que seja pra você.

Mas, às vezes, você parece de mim ignorar

Sem nem ao menos me olhar,

Me machucando pra valer.

Atrás dos meus sonhos eu vou correr

Eu vou me achar, pra mais tarde você me perder.

Se a vida dá presente a cada um,

O meu, cadê?

Será que o mundo tem jeito?

Esse mundo cheio de preconceito.

Quando estou só, preso na minha solidão

Juntando pedaços de mim que caíam no chão

Juro que às vezes nem ao menos sei, quem sou.

Talvez eu seja um tolo,

Que acredita num sonho,

Na procura de te esquecer

Eu fiz brotar a flor

Para carregar junto ao peito

E como príncipe sonhador,

Sou um tolo que acredita ainda no amor.





Príncipe Poeta (Alexandre Lemos - APAE)